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sábado, 15 de julho de 2017

MUSEU DO HOMEM DO NORTE

O Museu do Homem do Norte foi inaugurado em 13 de março de 1985, em Manaus, pela Fundação Joaquim Nabuco e hoje está no Centro Cultural dos Povos da Amazônia (CCPA). O objetivo, na época da criação, era de um museu que pudesse refletir a cultura do homem do norte, reunindo um significativo acervo que representasse e refletisse as características e peculiaridades da vida do da região norte do Brasil, à maneira do então já existente em Recife, o Museu do Homem do Nordeste, com ideais de museu antropológico e didático inspirado nas obras do sociólogo e antropólogo Gilberto Freyre.

Inicialmente, o acervo foi constituído por produtos regionais, como o guaraná, a borracha, a castanha, a juta, a madeira; por uma casa de farinha; e por setores regionais de mineração, pesca, alimentação, medicina popular, artesanato, arte popular e folclore. Também foi incorporada a coleção etnográfica de Noel Nutels, médico e sanitarista que se dedicou à questão da saúde indígena no Parque do Xingu. Depois, por comodato, foi adquirida a coleção indígena da FUNAI, composta por artefatos domésticos e de ritual, como cestarias, cerâmicas, adornos corporais e máscaras e objetos de rituais. As outras peças encontradas no acervo são de fragmentos arqueológicos, bolo de índio, pontas de lança e machados.

O Museu do Homem do Norte dispõe de visitas guiadas, em português e em inglês, para grupos de estudante e turistas, inclusive inglês, além de possibilitar visitas assistidas para deficientes visuais, dispondo ao longo do percurso objetos que podem ser tocados. Possui um auditório em formato lounge, que abriga o Cine-Vídeo Clube Silvino Santos que apresenta filmes e documentários.

Atualmente, o acervo do Museu do Homem do Norte é constituído por cerca de 2.000 objetos, adquiridos ao longo dos anos por intermédio de compras, doações, cessões e incorporações. Sua força está no conjunto das coleções por aquilo que representam, mais do que pelo valor unitário das peças. O conjunto permite uma visão da amplitude cultural regional desde as técnicas do trabalho do dia a dia das populações amazônidas, aos meios de transporte, as habitações, a alimentação, as festas, o artesanato, a religiosidade, os mitos e ritos além de importante acervo arqueológico.

O governo do Estado, por contrato de comodato, pegou a administração do museu e hoje está no Centro Cultural dos Povos da Amazônia (CCPA) na responsabilidade da Secretaria de Estado de Cultura (SEC).

Av. Silves, 2.222 (Praça Francisco Pereira da Silva) – Distrito Industrial I
(Centro Cultural dos Povos da Amazônia).

Horário:
De Segunda a sábado das 09 às 17h. 

Telefone: (92) 2125-5323


Entrada Gratuita

MUSEU EDUARDO RIBEIRO

Inaugurado em 18 de março de 2010, o Museu Casa Eduardo Ribeiro, recupera a história pessoal, militar e administrativa do maranhense, considerado o grande transformador da capital amazonense. Foi adquirido por particulares depois de sua morte e pelo Governo da União Federal, em 1961 e em 2002 foi cedido ao Estado por meio de comodato, através da Secretaria de Estado de Cultura, para os fins específicos de recuperação da memória da cidade e da história da medicina. Está localizado em uma área de interesse de preservação, no Centro Histórico de Manaus.

Possui uma exposição permanente de mobiliário residencial de época, objetos de uso pessoal e de arte que procuram recriar o modo de vida do final do século XIX e início do século XX, época em que viveu Eduardo Gonçalves Ribeiro. As salas e aposentos tomam o nome de fatos e personagens considerados relevantes na vida do ex-governador e seus antigos proprietários.

Na mesma casa considerando o uso posterior do imóvel, está instalada a sede da Academia Amazonense de Medicina, fundada em 1980, na qual podem ser encontradas informações sobre a história da medicina no Amazonas, disponibilizadas em linguagem digital.

Exposição permanente
Exposições Cenográficas de Época – Vida e Obra do Governador Eduardo Gonçalves Ribeiro, Família Bretislau de Castro e História da Medicina no Amazonas.

Rua José Clemente, 322 – Centro

Horário:
De terça a sábado das 9h às 17h

Telefone:  (92) 3631-2938


 Entrada franca

MUSA- MUSEU DA AMAZÔNIA


O Museu da Amazônia (MUSA), fundado em 2009, é um museu vivo, a céu aberto, em um segmento da Reserva Florestal Adolpho Ducke, uma floresta primária na cidade de Manaus. Na mesma área, em 2002, foi criado um Jardim Botânico in situ (no local) que ainda cresce e surpreende.

Suas trilhas recortadas no denso tecido de árvores, palmeiras e cipós são iluminadas por luzes e sombras que revelam a deslumbrante diversidade dos tons de verde e escondem insetos, pássaros e polinizadores.

Os ecossistemas, a fauna e a flora da Reserva Ducke, têm sido estudados há mais de 60 anos pelos pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), que decifraram boa parte de seus segredos, registrados em catálogos, artigos e manuais. O Musa Jardim Botânico está empenhado em divulgá-los para o grande público. Fazer do conhecimento alavanca de conservação e valorização do patrimônio que a natureza nos legou. Mostrar ao visitante, ao vivo, em seu habitat natural, plantas, pássaros, insetos, flores e polinizadores.

O Musa Jardim Botânico está equipado com torres para observar a floresta em diferentes alturas, tendas de exposição e pavilhões em que temas caros às culturas indígenas, do passado e do presente, são revelados e celebrados. Em laboratórios experimentais preparados mostramos aos curiosos o micro mundo magnificado.

O Musa é também um museu imaginário, porque oferecemos ao viajante, visitante atento, percorrer as veredas encantadas dos personagens da floresta, que buscam ser descobertos, vistos, para existir no museu. “Personagens à procura de um observador.”

Av. Margarita, s/n – Cidade de Deus

Horário: Todos os dias (exceto as quartas-feiras), das 8h30 às 17h (o portão de entrada fecha às 16h) *Quartas-feiras somente por agendamento.

Telefones:  (92) 3582-3188 / 99280-4205

Ingressos:
Visitas guiadas: R$10,00
Subida na torre: R$20,00
Observação de aves – Nascer e pôr do sol: R$50,00
(Segunda a domingo, somente por agendamento)

Avisos:
  • Menores de 14 anos devem ser acompanhados por responsável;
  • Recomendamos o uso de calçado fechado;
  • Entrada gratuita para crianças com até 5 anos;
  • Meia entrada para estudantes, idosos brasileiros e participantes do Programa Nosso MUSA* (O Programa Nosso Musa contempla os moradores de Manaus que apresentarem identidade e comprovante de residência);
  • Grupos e Escolas – é necessário o agendamento de grupos e escolas* com antecedência. Para consultar valores e realizar agendamento, envie-nos um comunicando antes por e-mail ou ligue. (*Escolas públicas têm entrada gratuita).

MUSEU DO PAÇO DA LIBERDADE


O prédio do Paço da Liberdade situa-se no Centro Histórico de Manaus, no antigo bairro de São Vicente. Sua edificação foi iniciada em 1874 e foi um dos primeiros monumentos a apresentar características arquitetônicas neoclássicas possuindo uma das mais belas fachadas da cidade. Também conhecido como Paço Municipal, em 1879, o prédio abrigou o Governo Provincial e, em seguida, com a Proclamação da República, passou a sediar a administração do Governo Republicano.

O monumento tem um só pavimento, subdividido em três seções. A parte central é composta por um pórtico com duas colunas e duas pilastras em estilo toscano, onde vê-se o escudo da municipalidade de Manaus.

Localizado em frente da Praça Dom Pedro II, o Paço da Liberdade é uma das mais importantes edificações do sítio histórico mais antigo de Manaus, marco do fausto e riqueza que imperaram durante a época áurea da borracha.

Em dezembro de 2016 a Manauscult concluiu a chamada pública para implantação do Museu da Cidade recursos captados na iniciativa privada por meio da Lei Rounet. O Museu será interativo e utilizará de recursos tecnológicos para contar a história da formação da cidade de Manaus e de sua gente.

Rua Gabriel Salgado, s/n – Praça D. Pedro II- Centro

Horário: Segunda à sexta, das 09h às 16h30 / Sábado das 9h às 12h30

Telefones: (92) 3622-4991


domingo, 1 de maio de 2016

MUSEU DA IMAGEM E SOM DO AMAZONAS

O Museu da Imagem e do Som do Amazonas (MISAM), instituição cultural de natureza pública estadual, sem fins lucrativos e de acesso gratuito que tem como missão a guarda, conservação e preservação de acervos audiovisuais voltados para temas regionais e gerais, com intuito de divulgar, entreter e educar por meio de ações culturais.

O MISAM foi idealizado em 1999, pelo Senhor Robério dos Santos Pereira Braga – Secretário de Estado de Cultura. A concepção e implantação museológica e museográfica foi feita pela Museóloga Vera lúcia Ferreira de Souza que, a convite do Secretário, passou a desempenhar a função de Diretora do Departamento de Museus e Centros Culturais da Secretaria de Estado de Cultura (SEC), em abril do mesmo ano.

Após um período de aproximadamente um ano de reformas e adaptações, bem como, de preparação do acervo e dos serviços, a inauguração veio a ocorrer no dia 6 de novembro de 2000, com abertura para atendimento ao público.

A data histórica marcou também a comemoração do Dia Nacional da Cultura – 5 de novembro no calendário cultural da SEC, que até então não havia sido comemorado. E ainda, a implantação do Complexo Cultural Palácio Rio Negro com os espaços culturais.
O acervo do MISAM é formado por doações de diversas entidades e colecionadores, bem como, por aquisições, sendo parte dele formado por documentos institucionais produzidos pela SEC, coleções que juntas representam uma variedade de peças visuais e audiovisuais, que se constituem em:

Acervos Museológicos: equipamentos de fotografia, cinema, música, televisão, rádio dentre outros, além de peças de mobiliários;

Acervos Iconográficos: fotografias em papel, negativos e diapositivos em acetato e vidro; fotografias digitais em cd-r e dvd-r; filatelia e cartões postais;

Acervos Bibliográficos e Arquivísticos: livros, catálogos, jornais e revistas, partituras musicais, cartazes institucionais, pôsteres de cinema, impressos e manuscritos;

Acervos Audiovisuais e Multimídia: filmes / documentos em dvd, blu ray, fitas de vídeo e película, música em cd, discos de vinil, fitas cassete, dvd e fitas de vídeo.

Palacete Provincial  
Praça Heliodoro Balbi, S/N - Centro
Horário: Terça a sexta das 9h as 16h / Sábado das 9h as 13h 
Entrada Gratuita

Telefone: 3631-6047

Guia de Visitas

  • O MISAM dispõe quatro cabines individuais devidamente equipadas para pesquisa, contudo, a consulta é permitida somente a partir de 14 anos, sendo necessário o cadastro.
  • Disponibiliza parte do acervo para uso local proporcionando conhecimento, lazer e entretenimento. Também disponibilizamos quinze cabines individuais para consulta em CD, Disco de Vinil, DVD, Fita Cassete e Blu-ray.
  • Recomendamos aos nossos visitantes que não consumam alimentos ou bebidas e nem tirem fotos nos ambientes internos.

sábado, 30 de abril de 2016

MUSEU DE NUMISMÁTICA

Museu de Numismática Bernardo Ramos

O Museu de Numismática do Amazonas tem a sua origem na coleção de moedas, medalhas, cédulas e documentos históricos, organizada pelo comerciante amazonense Bernardo Ramos. Estudioso e fascinado pela Numismática, viajou por vários países, adquirindo peças para sua coleção.

Em 1898, adquiriu a valiosa coleção e respectiva biblioteca especializada do humanista pernambucano Cícero Peregrino Dias, enriquecendo ainda mais o seu acervo.

O Governo do Amazonas autorizou a compra da coleção numismática de Bernardo Ramos, em 20 de Fevereiro de 1900, pela quantia de trezentos contos de réis.

Em 1900, por ocasião das festividades do IV Centenário do Descobrimento do Brasil, realizadas no Rio de Janeiro, então capital da Republica, a Coleção Numismática foi exposta no período de 05 a 31 de maio de 1900, no salão nobre do Externato do Ginásio Nacional, hoje Museu Nacional. A exposição ao ser visitada pelo então Presidente da República Dr. Campos Salles, despertou neste um grande interesse, levando-o a fazer uma oferta de compra, o que foi recusado pelo amazonense.

Em 30 de novembro de 1900, o Decreto n.º 0460 criou a Seção Numismática e o Regulamento, que deu origem legal ao Museu. A coleção foi dividida em 24 vitrines de madeira de lei com cristal bisotado, e aberta à visitação na sede da Imprensa Oficial, que funcionava na Av. Sete de Setembro, posteriormente Banco do Estado do Amazonas, atual prédio do Banco Bradesco. Anos mais tarde, o Museu foi instalado no Palácio Rio Branco, sede da Secretaria do Interior e Justiça, depois na Assembléia Legislativa do Estado, na Praça D. Pedro II.
No dia 15 de junho de 1965, foi transferido para o prédio do Banco do Estado do Amazonas, onde permaneceu até 1970 e transferido em 30 de maio para um imóvel alugado, na Rua Henrique Martins, permanecendo por dez anos. Por decreto, em novembro de 1980, o Museu foi desativado e seu acervo recolhido aos cofres do Banco do Estado do Amazonas por dez anos.

Em 30 de Novembro de 1990, a Superintendência Cultural do Amazonas reabriu o Museu à visitação no Comando Geral da Policia Militar, na Praça Heliodoro Balbi.

No ano 2000, o Museu de Numismática Bernardo Ramos mudou-se para o complexo do Centro Cultural Palácio Rio Negro, passando a integrar o conjunto de bens e serviços culturais como a Pinacoteca, o Museu da Imagem e do Som, o Espaço de Referência Cultural e o Cine Teatro Guarany.

Finalmente, em 25 de março de 2009, o Museu retorna ao antigo prédio do Comando Geral da Policia Militar, atual Palacete Provincial. O acervo que em 1900, era considerado o primeiro da América Latina e o quarto do mundo, atualmente está entre um dos melhores do mundo em sua especialidade.

Após 1997, o Governo do Estado do Amazonas, voltou a adquirir peças para o Museu, como a compra da coleção de moedas de ouro, medalhas comemorativas, cédulas flor de estampa, moedas do Brasil Império e República, além das várias doações de visitantes brasileiros e estrangeiros.

Acervo do Espaço
O acervo do Museu compreende em mais de 20.000 ( vinte mil) peças. Recebemos doações de moedas, medalhas, selos, cédulas e cartões telefônicos, e os mesmos farão parte do acervo, abrilhantando ainda mais essa magnífica coleção.

Palacete Provincial  
Praça Heliodoro Balbi, S/N - Centro
COMO CHEGAR

Horário:
Terça a sexta das 9h as 17h;
Sábado e domingo das 9h as 14h;
Entrada Gratuita

Telefone: 3631-6047

Guia para Visitas:
  • Não ingerir Alimentos e bebidas dentro dos espaços.
  • Não se debruçar e tocar nos vidros das vitrines.
  • Não atender celular ou conversar em voz alta.
  • Não fotografar as moedas (somente fotos panorâmicas do salão, sem flash e seguir as orientações do guia do museu).

MUSEU TIRADENTES

O Museu Tiradentes foi organizado e inaugurado em 1984, pelo então Comandante Geral da Polícia Militar Cel. Élcio Motta. Em 2009, passou a funcionar no Palacete Provincial. Atualmente, é de responsabilidade da Secretaria de Cultura do Amazonas. O acervo é o mais antigo a funcionar no Palacete e conta três espaços diferentes:
  • A exposição "Esculturas do Mundo" que conta com réplicas de estátuas históricas disponíveis em museus da França.
  • Sala Memória do Comando Geral da Polícia Militar. Um espaço de exposição de móveis utilizados pelos oficiais no Amazonas.
  • E a exposição "Flagrantes da História da Polícia Militar" contando a trajetória dos policiais militares que atuaram na região amazônica. Um vasto acervo com armaduras francesas, material bélico, bandeiras e banners expondo trechos da influência dos oficiais na história amazonense.

Palacete Provincial  
Praça Heliodoro Balbi, S/N - Centro
Horário: 
Terça a sexta das 9h as 17h;
Sábado e domingo das 9h as 14h; 
Entrada Gratuita

Telefone: 3631-6047

Guia de Visitas
  • Não tocar nos vidros das vitrines
  • Não é permitido tocar no acervo
  • Não ingerir alimentos e bebidas dentro dos espaços
  • São autorizadas somente fotos panorâmicas do salão, sem flash sob as orientações do guia do museu.


sexta-feira, 25 de março de 2016

MUSEU DO SERINGAL VILA PARAÍSO

Construído especialmente para o filme 'A Selva', produção luso-brasileira de 2001, estrelada por Maitê Proença, o Museu do Seringal Vila Paraíso, localizado no Igarapé São João, a 25 minutos de Manaus, recebe centenas de pessoas todo mês. Com o objetivo de reproduzir com fidedignidade um seringal que existiu em Humaitá, município do Amazonas, distante 590 km da capital, o museu conta com uma visita guiada pelas instalações.

O passeio guiado dura cerca de uma hora. O roteiro inclui locais como o barracão de armazenamento das pelas de borracha, casarão do seringalista, barracão de aviamento, a capela de Nossa Senhora da Conceição, casa do seringueiro, tapiri de defumação da borracha, cemitério, entre outros locais que retratam a vida e os costumes em um seringal, construído durante os tempos áureos do Ciclo da Borracha.

Vá até a Marina do David (final da Av. Coronel Teixeira- Ponta Negra) e negocie o trajeto com os barqueiros (barcos da ACAMDAF o trajeto fica R$18,00, ida e volta).
Ingresso da Vila: R$ 5,00.
Horário:
Terça a domingo das 9h as 15h30;

☎: 3633-2850

*Os valores podem mudar sem aviso prévio.